
| Gramadense |
HistóriaO início do Gramadense está relacionado com a chegada do professor Maximiliano Hahn ao povoado de Gramado, em 1918. Hahn ensinava aos seus alunos a prática do "football" como um lazer saudável e disciplinador. O Gramadense foi fundado às 10 horas do dia 22 de dezembro de 1929, numa reunião realizada nas dependências do Hotel Candiago. A primeira diretoria do Gramadense foi então estabelecida: Presidente: Maximiliano Hahn Vice-presidente: Pedro Candiago Comissão Fiscal: Oscar Fisch, Rudi Schlieper e Oscar Bauer. Foram nomeados pelo presidente do clube Walter Pichmeyer e Fioravante Bazzei para capitão do 1º e 2º quadro, respectivamente. O primeiro uniforme do clube consistia de camiseta azul, calções brancos com cinto e o monograma bordado com as iniciais "CSG" arredondadas, inseridas em um círculo. Em 1932, participou da fundação da Liga Taquarense de Futebol, juntamente com o Taquarense, o Igrejinha e o Serrano, de Canela. Em 1938, surge o uniforme com camiseta listrada verticalmente de azul e branco, e o monograma com as iniciais "CSG" inseridas em um losango. Em 3 de julho de 1944, o Gramadense conquistou a Taça Vinhos Petronius, em jogo realizado contra o Atlético Serrano, de São Francisco de Paula. Até 1945, a vida esportiva do clube foi muito difícil, principalmente para realizar jogos amistosos, pois todas as estradas eram de difícil trânsito e em dias de chuva não havia nenhuma passagem. Para jogar em Três Coroas, Igrejinha e Taquara, o transporte era de trem no dia anterior voltando no dia seguinte, ou quando não chovia, de caminhão, numa viagem de duas horas. Em 1945, após a dissolução do Tiro de Guerra (fundado em 19 de abril de 1917), o patrimônio (terreno, casa e equipamentos) que havia sido adquirido pela comunidade, foi vendido e os valores foram repassados para as duas instituições esportivas que haviam na época em Gramado: Centro Esportivo Gramadense e para a Sociedade Recreio Gramadense. Em 1951, o clube conseguiu a maior conquista até então, ao sagrar-se Campeão Municipal de Taquara, vencendo na melhor de três, ao Taquarense por 3x2, em jogo realizado no Estádio do Adams, em Novo Hamburgo. Na época, era presidente o esportista Reinaldo Baqui e os principais jogadores eram: Reinaldo Zorzanello, Ilso Dal-Ri, Cláudio Candiago, Ari Abdalla, Nelson Dienstmann, Willy Fleck, Alberto Casagrande, Osmar Accorsi, Alcides Barbacovi, Nelson Tisott, Isaías Cartana, Roberto Sperb e Oscar Dal-Ri. Em 1959, com a presidência de Arno Michaelsen, o clube conquistou o vice-campeonato de Amadores, perdendo a final para o Jaú, de Santo Antônio da Patrulha, que naquela época era formado por uma seleção de reservas da dupla Grenal. Os jogadores do Gramadense foram os seguintes: Dirceu Daros, João Ferreira, Elói Haack, Valmor Kuwer, Nelson Dinnebier, Oswaldo Tisott, Oscar Dal-Ri, Evanor Maurina, João Moraes, Atalíbio Foscarini, Irineo Dinnebier e Flávio Balzaretti. Em 2004, o Gramadense alcançou a terceira colocação no Estadual de Amadores. Em 2009, porém, conquistou o título, o maior de sua história, até então, ao derrotar o Ivoti por 3 a 2 no Estádio dos Pinheirais[1]. EstádioO Estádio dos Pinheirais foi inaugurado em 16 de outubro de 1936, num jogo amistoso com o Serrano, de Canela, terminando a partida empatada em 2x2. São 10.743 m² localizados em uma área nobre da cidade. O estádio possui capacidade para 1.500 pessoas e é sempre muito requisitado para as pré-temporadas de grandes clubes do Estado. Em 1950, foi concluído o pavilhão social do estádio, inclusive com "Tribuna de Honra". Oscar Fisch era o presidente do clube na ocasião. Além do Estádio dos Pinheirais, o clube possui dois apartamentos, duas salas no Edificio Santa Helena e duas salas no terreno ao lado do prédio, que ficam junto a sede do clube. A área para construção do campo foi doada pela família Moraes. As escrituras datam 22 de outubro de 1954. TítulosEstaduais - Campeonato Sul-Brasileiro de Amadores: 2010 - Campeonato Gaúcho de Amadores: 2009. - Campeonato Citadino de Taquara: 1951. Presidentes• 1929 a 1932 - Maximiliano Hahn • 1932 a 1933 - Ernesto Schroeder • 1933 a 1936 - Júlio Floriano Petersen • 1936 a 1938 - Oscar Fisch • 1938 a 1939 - Demétrio Pereira dos Santos • 1939 a 1941 - Henrique Bertoluci Sobrinho • 1941 a 1943 - Henrique José de Castilhos • 1943 a 1946 - Vicente dos Santos • 1946 a 1949 - Érico Albrecht Júnior • 1949 a 1950 - Oscar Fisch • 1950 a 1952 - Reinaldo Baqui • 1952 a 1953 - Delio Arthur Schweitzer • 1953 a 1954 - Cláudio Pedro Candiago • 1954 a 1955 - Euzébio Balzaretti • 1955 a 1956 - Willy Gothardo Fleck • 1957 a 1958 - Erni Hermann • 1958 a 1961 - Arno Michaelsen • 1961 a 1962 - Alfredo Becker Sobrinho • 1962 a 1963 - Kurt Mentz • 1963 a 1968 - Euzébio Balzaretti • 1968 a 1971 - Nélson Dinnebier • 1971 a 1973 - Itiberê Pasqual • 1973 a 1975 - Nélson Benetti • 1975 a 1976 - Nailor Nilton Balzaretti • 1976 a 1978 - Waldemar Zortéa • 1978 a 1979 - Jayme Olavo Perini • 1979 a 1981 - Romildo Bazzan • 1981 a 1982 - Francisco Manoel Cardoso • 1982 a 1983 - Dirleu dos Santos Silva • 1983 a 1984 - Lodarci Paulo Setti • 1984 a 1988 - Gilmar Scur • 1988 a 1990 - Alberto Carlos Rabelo • 1990 a 1993 - Comissão (*) • 1993 a 1995 - Adail Bertoluci • 1995 a 1997 - Luiz Antônio Barbacovi • 1997 a 1998 - Juarez Augusto Bordim • 1998 a 2000 - Ivo Carvalhães • 2000 a 2002 - Júlio Manoel Cardoso • 2002 a 2004 - Francisco Manoel Cardoso • 2004 a 2006 - Ralf Früstochl • 2006 a 2008 – Julinho Cavichiovi • 2008 a 2010 – Dirleu dos Santos Silva * 201o a 2012 - Luiz Antônio Barbacovi
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